Sou a andorinha
Que vive a sonhar
E sonha a voar,
Às voltas.
Sou a andorinha
De santas viagens
A rios sem margens,
Trago os ventos
Para os meus aposentos.
Para que de asas soltas sonhe sem margens.
Sou a andorinha
Das revoltas:
O voo não se adivinha
Mas vê-se que é às voltas.
Às voltas.
domingo, 4 de novembro de 2007
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1 comentário:
Sorri durante este poema todo, se calhar porque a andorinha, assim como o seu voo, são os meus preferidos entre os pássaros.
Gostei muito do sentimento de calma e de aventura transmitido pelas tuas palavras! :)
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