Evolução
É a moldagem do mundo,
Uma simbiótica sincronia,
Um respeito sem fundo
Por essa natural harmonia
Parca em soberania e escravidão.
Assim é a mãe natureza:
Os mortos não chora,
Saúda-os na certeza
Com a que os rebentos comemora.
Mas desevolução
É do que mingua o homem:
Os chãos que calca,
Cancerígeno, emudecem
Encontrando, contudo, consolação:
Os homens se desfalecem
E os chãos hão de sonhar sem que eles os tomem.
4 comentários:
gostei bastante, escreves muitissimo bem.
Os teus textos Gonçalo *___*
Espectacular como sempre.
Adoro e acho incrível a tua maneira de escrever, como já deves saber.Ultrapassa as palavras.
Olá sobrinho.
Dizer-te que...
me revejo muito naquilo que escreves: umas vezes contentamo-nos com tão pouco...outras quase desconhecemos aquilo que nos faz falta.
Continua.
Escreves muito bem.
Beijos
Tia S.
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